27.9.14

CONHEÇA O PODER DA MANDIOCA NA REEDUCAÇÃO ALIMENTAR

Creme de Mandioca

A dica de hoje é sobre o poder da mandioca. A nutricionista Gisele Silveira explica todos os benefícios deste carboidrato que auxilia na reeducação alimentar.
Quais são as características da mandioca?
Também conhecida como aipim ou macaxeira, dependo da região do Brasil, é uma raiz pobre em proteínas e rica em carboidratos, de alto valor energético (cada 100 gramas possui 150 calorias). Esta raiz possui minerais e também é rica em vitaminas do complexo B.

10 benefícios da mandioca


1- Pode ser considerada uma importante fonte de carboidratos na alimentação, por conter grande quantidade de amido.
2 – É rica em sais minerais como o cálcio - Importante nutriente para a saúde óssea.
3 – É rica em ferro - Mineral imprescindível na prevenção de anemia ferropriva.
4 – É rica em fósforo - Contribui junto com o cálcio para dar força e dureza a ossos e dentes.
5 – É rica em potássio - Mineral envolvido no balanço e distribuição de água, no equilíbrio osmótico, no equilíbrio ácido-base e na regulação da atividade neuromuscular.
6 – Rica em fibras, auxilia no funcionamento e saúde intestinal.
7 – Rica em vitamina C, importante vitamina antioxidante, atua no sistema imunológico diretamente e na formação de colágeno.
8 – Tem alto valor energético, cada 100g possui 150 kcal. Não possui proteínas e gorduras.
9 - É fonte de saponinas, substâncias eficazes contra o colesterol e com ação antioxidante.
10 – Rica em vitaminas do complexo B, que além de outras funções no organismo, contribuem para o funcionamento do sistema nervoso e músculos e no funcionamento de enzimas.

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Trata-se de um carboidrato especial? Por quê?
A mandioca, pode ser um carboidrato especial pois, apesar da grande quantidade de carboidratos, é rica em fibras, o que faz com que tenha um índice glicêmico baixo, ajudando na saciedade.

A mandioca é interessante para quem quer perder peso?

Sim, justamente por essa característica do índice glicêmico, fornece energia sem gerar picos de insulina, hormônio responsável pelo acúmulo de gordura no corpo. Além disso, por ter boa quantidade de fibras, gera saciedade.

Qual é a quantidade diária recomendada?

Dependendo da alimentação, da necessidade calórica e da prática de exercícios, a ingestão deste carboidrato pode mudar bastante, mas para quem necessita de uma porção de carboidratos no almoço e uma no jantar – 6 colheres de sopa (equivalente a 200g) ao dia de mandioca vão proporcionar um bom aporte de carboidratos .

Como podemos preparar a mandioca?

Pode ser utilizada e preparada de diferentes maneiras, como o simples cozimento com água, ou através das farinhas. A tapioca, produzida com a farinha de mandioca, é uma forma saborosa de se consumir esta raiz.

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Qual a diferença da mandioca para …
… o arroz branco?
O índice glicêmico e a carga glicêmica. O arroz possui ambos muito maiores do que a mandioca, o que significa que uma mesma quantidade de arroz e mandioca, o arroz tem uma capacidade de aumentar a insulina muito maior, o que gera maior acúmulo de gordura e aumento de peso.
… a batata?

Da mesma forma que com o arroz, a batata perde disparadamente da mandioca quando se trata de carga glicêmica e índice glicêmico. Só que no caso da batata o índice glicêmico é 85 (comparado ao açúcar) e a mandioca é 46. Portanto, podemos afirmar, com certeza, que a batata engorda mais que a mandioca.

… a batata doce?

Já quando falamos da batata doce, o índice glicêmico destes dois alimentos se equiparam. Algumas tabelas mostram que a batata doce tem um índice glicêmico um pouco menor do que a mandioca, mas mesmo assim podemos considerar estes dois carboidratos excelentes fontes de energia para quem deseja manter-se em forma.

… o macarrão?

Em relação ao macarrão, a mandioca também tem um índice glicêmico semelhante, mas a carga glicêmica (que tem o objetivo de relacionar o IG com a forma e a quantidade que o alimento é ingerido) da mandioca é quase a metade do valor da carga glicêmica do macarrão. Além disso o teor de fibras do macarrão é bem menor do que o da mandioca.

20.9.14

BANANA: UM ÓTIMO RECURSO PARA A SAÚDE


Os benefícios da banana





A união perfeita entre saúde e sabor

Uma fruta que há de cair bem em qualquer hora do dia, é a banana. Além de ser muito nutritiva, também é uma delícia e pode ser combinada de muitas formas, como: amassada com aveia e cereais, triturada e misturada com farofa, assada, em bolos etc.
Para quem pratica esporte, academia e atividades físicas em geral, a banana não pode estar de fora do cardápio. Ela repõe as vitaminas do organismo e evita cãibras musculares, fazendo com que o corpo se movimente e se exercite com mais segurança estabilidade.

Conheça outros benefícios oferecidos pela banana:

-Por ser fonte de fibras, é uma grande aliada na regulagem do sistema intestinal;
-Contém três tipos de açúcares naturais: glicose, frutose e sacarose. Também abastece o organismo com muita energia;
-O magnésio existente na banana  é eficaz para os processos biológicos do corpo, entre eles, a contração muscular;
-É um poderoso alimento para o sistema nervoso, pois é rico em vitaminas B1, B2, B6 e B12;
-Além dos minerais, também é fonte de ferro, o que beneficia pessoas com anemia;
-Sacia a fome e também ajuda na digestão, graças à sua composição nutricional;
-Contém triptofano, um aminoácido que gera serotonina, o que regula os processos bioquímicos responsáveis pelo humor e o sono;
-Também deixa o nível de açúcar elevado, reduzindo o cansaço físico e mental.

Evite os exageros

Tudo que é demais não faz bem, assim também acontece com a banana. O seu alto consumo, sem a prática de algum exercício físico, pode engordar. Ela é rica em açúcar, por isso, deve se evitar exageros. O ideal consumo da banana deve ser feito com as principais refeições, pois é um ótimo complemento alimentar. Também pode ser consumida para abrir o apetite.
A banana é uma rica fonte de fibras, mas quando é ingerida com aveia, linhaça ou granola, ela potencializa ainda mais esse recurso ao organismo. A fibra funciona como uma vassoura, limpando o excesso de gordura e reduzindo o nível de colesterol. Ela acaba com a fome e ainda regula o sistema intestinal.

Consumo ideal

O consumo diário ideal para a banana é de duas à três unidades, isso dependendo do gasto energético de cada um. Ela cai muito bem, quando preparada com vitaminas, cereais matinais, amassadas com aveia e canela ou, de forma natural mesmo.

Suas qualidades

Nanica, ouro, prata, d`água, da terra ou maçã, não importa, independente de qual seja a qualidade da banana, suas propriedades e benefícios são os mesmos. É a fruta mais consumida do Brasil e o motivo é bem simples: seu sabor e seus benefícios.

29.8.14

A MANDIOCA COMO FONTE DE ALIMENTO E SAÚDE


o consumo da mandioca

Contém nutrientes fundamentais para o organismo


A mandioca, também conhecida como macaxeira ou aipim, é um dos alimentos mais consumidos e ricos do Brasil. É a principal refeição dos Índios pois os seus nutrientes são muito variados e oferece muita robustez. Contém fibras, vitaminas e carboidratos, o que gera total sustento ao organismo.
Esse alimento que se trata de uma raiz tuberosa, também contém propriedades que oferecem serotonina ao organismo, substância responsável pela sensação de bem estar ao cérebro.
A mandioca é de uma espécie chamada Manihot Esculenta, onde existem mais de 7.000 plantas dessa família. É nativa do sudeste da Amazônia brasileira, mas também  é cultivada em muitas outras regiões tropicais do mundo.

Benefícios

-Graças as suas fontes de carboidrato, amido, vitaminas, ferro, fósforo, potássio e sais minerais, se torna um alimento fundamental para a saúde, tendo um alto valor energético;
-Ajuda a controlar os impulsos nervosos e manter os ossos saudáveis;
-É fonte de fibras vegetais, que colaboram para o funcionamento do intestino;
-Não contém glúten, podendo ser consumida por pessoas que sofram de doenças celíacas (intolerância ao glúten);
-Além de suas propriedades nutricionais, a mandioca também pode ser usada para tratamentos externos de de artrite, abscessos e edemas;
-É um ótimo alimento para pessoas que estejam sofrendo de depressão, pois a mandioca produz serotonina, substância responsável pela sensação de bem estar.

Dicas de consumo

Bolo de mandioca        A mandioca pode ser consumida em forma de farinha, uma das maneiras mais utilizadas da raiz. A tapioca é uma outra forma de preparo, de origem indígena, é feita à base de farinha de mandioca e consumida em diversas regiões do país.
Existem muitas outras maneiras de consumir a mandioca, como por exemplo, beijus, sopas, mingaus, bolos, pirões etc.
Muitas indústrias também usam a mandioca para fins de tratamento capilar e produção de shampoos, condicionadores e cremes para cabelos. Produtos que garantem a maciez, o brilho e nutrição dos cabelos.

23.8.14

ATAQUE A CELULITE COM EXERCÍCIOS

18.8.14

RADIAÇÃO DOS FORNOS DE MICROONDAS: PERIGOS PARA A SAÚDE



Extracted from NEXUS Magazine, Volume 2, #25 (April-May '95).
PO Box 30, Mapleton Qld 4560 Australia. editor@nexusmagazine.com
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Originally printed from the April 1994 edition of Acres, USA.
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É possível que milhões de pessoas sejam ignorantes, sacrificando sua saúde em troca da conveniência dos fornos a microondas? Porque a União Soviética proibiu o uso dos fornos a microondas em 1976? Quem inventou os fornos a microondas e por que? As respostas para estas perguntas podem induzir-lhes a jogar no lixo o seu forno a microondas.
Em mais de 90% dos lares americanos tem fornos a microondas usados para preparar refeições, porque os fornos a microondas são muito convenientes e eficazes para economizar energia, se comparado aos fornos convencionais, e em muito poucas casas ou restaurantes eles não são presentes. Em geral, as pessoas acreditam que o que o forno a microondas fez nos alimentos nele cozidos não tem algum efeito negativo nem nos alimentos nem nas pessoas.

Naturalmente, se os fornos a microondas fossem realmente nocivos, nossos governantes não permitiriam que fossem vendidos nos supermercados, ou ao invés sim? Apesar do que foi “oficialmente“ feito referente aos fornos a microondas nós deixamos de usar os nossos baseados nos fatos pesquisados e evidenciados neste artigo.
A finalidade deste relatório é mostrar provas, evidências - que o cozimento em microondas não é natural, nem saudável e é muito mais perigoso para o corpo humano de quanto se possa imaginar. Entretanto, os fabricantes de fornos a microondas, os políticos de Washington, e a simples natureza humana está suprimindo os fatos e evidências. Por isso, as pessoas continuam a usar as microondas para cozinhar seus alimentos - em total ignorância - sem conhecer os efeitos e o perigo desta pratica. Como funcionam os fornos a microondas?
As microondas são uma forma de energia eletromagnética, como ondas de luz ou ondas de rádio e ocupam uma parte do espectro da força eletromagnética. Microondas são ondas muito curtas da energia eletromagnética que viaja a velocidade da luz (186,282 milhas/seg). Na nossa atual idade tecnológica, as microondas são usadas para coligar longas distancias como sinais telefônicos, programas televisivos e informações computadorizadas em todo o mundo ou em satélites no espaço. Mas as microondas mais familiares para nós é a fonte de energia para cozinhar alimentos.
Cada forno a microondas possui um magnetron, um tubo em que os elétrons são afetados pelo campo elétrico magnético em tal maneira para produzir uma radiação com um micro comprimento de ondas, cerca 2450 Mega Hertz (MHz) ou 2,45 Giga Hertz (GHz). Esta radiação a microondas interage com as moléculas dos alimentos. cada onda de energia muda a sua polaridade de positiva a negativa em cada ciclo da onda. Em microondas, estas mudanças de polaridade acontecem milhões de vezes a cada segundo. As moléculas do alimento - especialmente as moléculas da água - possuem extremidade positiva e negativa como um ímã que possui os pólos Norte e Sul.
Em modelos comerciais, o forno tem uma entrada de energia de aproximadamente 1000 watts de corrente alternada. Enquanto estas microondas geradas pelo magnetron bombardeiam o alimento, elas fazem rotar as moléculas do alimento na mesma freqüência milhões de vezes por segundo. Toda esta agitação cria uma fricção molecular, a qual aquece os alimentos. A fricção também causa um elevado dano nas moléculas vizinhas, freqüentemente rasgando-as em partes ou deformando-as completamente. O nome científico para esta deformação é “isomerismo estrutural“.
Pela comparação, as microondas do sol são baseadas nos princípios da pulsação da corrente contínua (DC) que não gera calor friccional; os fornos a microondas usam a corrente alternada (AC) gerando calor friccional. Um forno a microondas produz uma onda de energia pontiaguda com toda a potencia que entra em somente uma estreita freqüência do espectro de energia.
Muitos termos são usados para descrever ondas eletromagnéticas, tais como: comprimento de onda, amplitude, ciclo e freqüência.
 O comprimento de onda determina o tipo de radiação, isto é, radio, raios X, ultravioleta, visíveis, infravermelho, etc.
 A amplitude determina a extensão do movimento medido do ponto de inicio.
 O ciclo determina a unidade de freqüência, tais como ciclos por segundo, Hertz, Hz, ou ciclos/seg.
 A freqüência determina o número de ocorrências dentro de um dado período de tempo (usualmente 1 segundo). O número de ocorrências de um processo decorrente por unidade de tempo, isto é, o número de repetições dos ciclos por segundo.
 Radiação: propagação de energia com ondas eletromagnéticas
A radiação, como definida pelas terminologias da física, são “as ondas eletromagnéticas emitidas pelos átomos e moléculas de uma substância radioativa como conseqüência da deterioração nuclear. “ a radiação provoca a ionização, o que ocorre quando um átomo neutro ganha ou perde elétrons. Em poucas palavras, um forno a microondas deteriora e altera a estrutura molecular dos alimentos com o processo de radiação. Se os fabricantes tivessem chamado estes fornos de “fornos de radiação“, é duvidoso se eles teriam vendido pelo menos um. Mas aquilo é exatamente o que um forno a microondas é.
Nos disseram que alimentos cozidos em fornos de microondas não é o mesmo que irradiados (tratados com radiação). Os dois processos são pensados para usar ondas de energia totalmente diferentes em diferentes intensidades. Nem o FDA ou estudos oficiais realizados pelos órgãos governativos provaram que o uso freqüente dos fornos a microondas é nocivo, mas todos nós sabemos que a validade dos estudos pode ser - e são às vezes propositalmente - limitados. Muitos destes estudos foram mais tarde provadamente considerados incorretos. Como consumidores, nós somos pressupostos de haver bom senso para usar e julgar.
Tomando como exemplo os ovos e como eles eram “provadamente“ considerados nocivos para à nossa saúde nos distantes anos '60. Isto provocou a fabricação de produtos para substituir os ovos, e deu grandes lucros aos seus fabricantes, enquanto os produtores de ovos foram à falência. Agora, e depois de tudo, recentes estudos patrocinados pelos órgãos governativos estão afirmando que os ovos não são nocivos para a nossa saúde. Então, em quem devemos confiar e qual critério devemos usar para decidir as questões referentes à nossa saúde? Desde quando foi publicado que as ondas dos fornos a microondas não se propagam no meio ambiente, quando adequadamente usado e com um design aprovado, a decisão encontra-se em cada consumidor a respeito de escolher ou não de comer alimentos aquecidos por um forno a microondas ou mesmo de comprá-lo na primeira loja que o encontre.
 Os instintos maternos são corretos
Num lado mais humorístico, com o “sexto sentido“ de cada mãe é impossível argumentar. Você nunca tentou? As crianças jamais vencerão contra a intuição materna. É como tentar argumentar com o braço - que aparece do nada - e que te empurra para trás do assento quando sua mãe pisa nos freios.
Muitos de nós viemos de uma geração onde as mães e avós não confiam no moderno sistema de cozimento “às avessas“, isso é de dentro para fora, que elas afirmam que “não era apropriado“ para os alimentos. Minha mãe se recusou a assar coisas num microondas. Ela também não apreciou o gosto do café feito num forno a microondas. Eu tenho que concordar plenamente e não posso argumentar nenhum dos fatos. Seu bom senso e seus instintos lhe disseram que não havia nenhuma forma de cozimento em microondas que poderia ser natural e não poderia ter o gosto de alimentos, desta forma como eram feitos. Relutantemente, minha mãe ainda colocava para reesquentar as sobras de comida num forno a microondas devido a programação do seu trabalho, antes de se aposentar.
Muitos outros se sentem da mesma forma, mas são considerados como “velhos fascinados“ uma ignorância datada antes da década de 70 quando os aparelhos de microondas dominaram o mercado. Como a maioria dos adultos naquele tempo, os fornos a microondas tornaram-se banais, eu preferi ignorar a sabedoria intuitiva de minha mãe e me associei com a maioria que acreditava que cozinhar em fornos a microondas era muito conveniente para crer que alguma coisa poderia ser errado com ele. Um ponto a mais para a percepção materna, porque mesmo que ela não sabe as razões tecnico-científicas, ou as razões para a saúde, ela sabia que não era bom cozinhar alimentos neles. Ela não gostou do modo como as microondas mudavam suas texturas.
 As microondas são perigosas para o leite dos bebês
Um número de advertências foram feitas publicas, mas mal divulgadas. Por exemplo, as famílias jovens, o serviço de extensão da Universidade do Minesota, publicou o seguinte em 1989:
“embora as microondas esquenta rapidamente os alimentos, elas não são recomendadas para esquentar o leite servido nas mamadeiras dos bebês. A mamadeira pode parecer fria ao toque da mão, mas o liquido em seu interno pode ser extremamente quente e pode queimar a boca e também a garganta do bebê. Além disso, o acúmulo de vapor num recipiente fechado, como a mamadeira do bebê, poderia causar sua explosão. Aquecendo a mamadeira num microondas poderia provocar leves mudanças no leite. Nas fórmulas infantis, pode haver uma perda de algumas vitaminas. No leite materno, quando este é recolhido e armazenado para ser usado posteriormente, algumas propriedades protetivas podem ser destruídas. Aquecendo um frasco prendendo-o sob a água da torneira, ou colocando dentro a uma tigela com água morna, e depois testando-o no próprio pulso antes de alimentar o bebê pode tomar alguns minutos mas é muito mais seguro.
O Dr. Lita Lee do Hawai relatou em 9 de dezembro de1989 na revista Lancet:
“As fórmulas para bebês, aquecidas em fornos a microondas, converteram alguns transaminoácido em seus cisisomeros sintéticos. Isomeros sintéticos, se, cisaminoácidos ou transácidos graxos, não são biologicamente activos. Ainda, um dos aminoacidos, a lprolina, foi convertida em disomero, que sabemos que é neurotóxica (veneno para o sistema nervoso) e nefrotóxico (veneno para os rins). É suficiente ruim que muitos bebês não são aleitados, mas agora estão dando a eles um falso leite (formula para bebês) que se faz ainda muito mais tóxico quando usamos as microondas“.
 O sangue pré-aquecido com microondas mata o paciente
Em 1991, havia um processo judicial em Oklahoma relativo ao uso hospitalar de um forno a microondas para pré-aquecer o sangue usado em transfusões. O caso envolveu um paciente de cirurgia nos quadris, Norma Levitt, que morreu por uma simples transfusão de sangue. Parece que a enfermeira tinha aquecido o sangue num forno a microondas. Esta tragédia fez-se muito aparente. Muito mais que o “aquecimento“ com os fornos a microondas que fomos dirigidos a acreditar. O sangue para transfusões é habitualmente pré-aquecido, mas não em fornos a microondas. No caso da Sra. Levitt, o pré-aquecimento num forno a microondas alterou o sangue e este matou-a.
É obvio que esta forma de “radiação de calor“ microondico faz alguma coisa nas substancias que aquece. É também muito evidente que as pessoas que usam os fornos a microondas para fazer seus alimentos, estão também engolindo estas “coisas desconhecidas“. Por que o nosso corpo é electro-quimico de natureza, qualquer força que quebra ou muda o equilibrio electroquimico pode afetar a fisiologia do corpo. Isto é, também descrito no livro de Robert O. Becker, “O corpo elétrico“, e no livro de Ellen Sugarman, “Cuidado, a eletricidade em torno a você pode ser perigosa para a sua saúde“.
 Fatos e evidencias científicas
Num estudo comparativo entre alimentos preparados convencionalmente com aquele preparado em fornos a microondas, publicado por Raum e Zeit em 1992, em 3(2) : 43, declara:
“uma básica hipótese da medicina natural afirma que a introdução no corpo humano de moléculas e energias, das quais ele não é acostumado, é muito mais provável que cause o mal que o bem. Alimentos expostos à radiação microondica contém tanto moléculas que energias não presentes em alimentos cozidos com os métodos tradicionais como sempre foi feito desde a descoberta do fogo. A energia microondica do sol e outros astros é baseada na corrente contínua. As microondas produzidas artificialmente, incluindo aquela dos fornos, são produzidas pela corrente alternada e força a reversão de polaridade bilhões de vezes ou mais, por segundo, nas moléculas dos alimentos que eles batem. A produção de moléculas anormais é inevitável. Naturalmente podemos observar os aminoácidos sofrerem uma mudança isomérica (mudanças na forma morfológica) bem como a transformação na forma tóxica sob o impacto das microondas produzidas nos fornos.
Um estudo de curta duração encontrou significantes mudanças no sangue de indivíduos consumidores de leite e vegetais preparados em microondas.oito voluntários comeram várias combinações dos mesmos tipos de alimentos porém cozidos por processos diferentes. Todos os alimentos que foram preparados em fornos a microondas provocaram mudanças no sangue dos voluntários. O nível da hemoglobina diminuiu e além disso, o nível dos glóbulos brancos e o nível do colesterol aumentaram. O nível de linfócitos também diminuiu.
Uma bactéria luminescente (que emite luz) foi empregada para detectar mudanças energéticas no sangue. Significantes aumentos foram encontrados na luminescência desta bactéria quando foi exposta ao soro sangüíneo obtido após o consumo de alimentos preparados nos fornos a microondas“.
 Os estudos clínicos suíços
O Dr. Hans Ulrich Hertel, que hoje é aposentado, trabalhou como cientista em alimentação por muitos anos numa das maiores companhias suíças do business de alimentação de escala global. Há poucos anos, ele foi demitido do seu trabalho porque questionou certos processos de preparação artificial dos alimentos.
Em 1991, ele e um prof. Universitário de Lausanne, na Suíça, publicaram uma pesquisa afirmando que alimentos preparados em fornos a microondas podem conter riscos muito maiores para a saúde que alimentos preparados pelos métodos convencionais. Outro artigo também apareceu na edição n° 19 da revista Franz Weber na qual foi declarado que o consumo de alimentos cozidos em microondas teria efeitos cancerígenos no sangue. Na capa da revista havia um desenho da morte que segurava em forno a microondas numa das mãos (ao invés da tradicional foice).
O Dr. Hertel foi o primeiro cientista a conceber e executar um estudo clinico de qualidade sobre os efeitos que os alimentos preparados com microondas causam no sangue e na fisiologia do corpo humano. Seu estudo, pequeno mas muito bem controlado, mostrou as forças degeneratívas produzidas em fornos a microondas e nos alimentos neles preparados. A conclusão científica mostrou que cozimentos microondicos alteram os nutrientes nos alimentos; e, também alteraram o sangue dos participantes, o que poderia causar deterioração no sistema do corpo humano. O estudo científico de Hertel foi feito junto com o Dr. Bernard H. Blanc do Instituto Federal de Tecnologia Suíço e o Instituto Universitário para a Bioquímica.
Em intervalos de dois a cinco dias, os voluntários no estudo recebiam uma das seguintes variedades de alimento com o estomago vazio:
1) leite cru;
2) o mesmo leite, fervido com o sistema tradicional;
3) leite pasteurizado;
4) o leite cru fervido num forno a microondas;
5) verduras cruas de produção biológica;
6) verduras de produção biológica cozidos com o sistema tradicional;
7) verduras biológicas congeladas e depois descongeladas num forno a microondas e,
8) as mesmas verduras cozidas num forno a microondas.
Uma vez os voluntários foram isolados, foram presas amostras do sangue de cada voluntário imediatamente antes que comessem os alimentos. Depois foram presas amostras de sangue em intervalos regulares após o consumo do leite e verduras descritos acima.
Mudanças significativas foram descobertas nas amostras de sangue presas nos intervalos após a ingestão dos alimentos cozidos em fornos a microondas. Estas mudanças incluem a diminuição de todos os valores das hemoglobinas e do colesterol, especialmente a proporção dos valores do HDL (colesterol bom) e LDL (colesterol ruim). Os linfócitos (glóbulos brancos) mostraram uma distinta diminuição a curto prazo após a ingestão de alimentos preparados com microondas que após a ingestão de todas as outras variedades. Adicionalmente, havia uma alta e significante associação entre a quantidade de energia microondica nos testes dos alimentos e a força luminosa da bactéria luminescente exposta ao soro do sangue de pessoas que haviam ingerido aquele alimento. Isto conduziu o Dr. Hertel à conclusão que tal técnica de energias derivadas pode, de fato, passar para o homem por indução através da ingestão de alimentos feitos com microondas.

Segundo o que diz o Dr. Hertel,
“A leucocitose, a qual não pode ser considerada como normais alterações diárias e levada muito seriamente pelos hematologistas. Os leucócitos são freqüentemente sinais de efeitos patogênicos em nosso organismo, tais como envenenamento e danos celulares. O aumento dos leucócitos com os alimentos feitos com microondas eram mais pronunciados que com todas as outras variedades alimentares. E parece que estes aumentos eram causados inteiramente pela ingestão de substancias tratadas com microondas.
Este processo é baseado em princípios físicos e ja foi confirmado pela literatura. A aparente energia adicional exibida pela bactéria luminescente foi meramente uma confirmação extra. Existe a literatura científica extensiva concernente aos perigosos efeitos da direta radiação microondica nos organismos vivos. Surpreende, portanto, compreender que somente um pequeno esforço foi feito para substituir esta técnica prejudicial das microondas com uma tecnologia mais de acordo com a natureza. Tecnicamente, a produção de microondas é baseada no principio da corrente alternada. Átomos, moléculas, e células golpeados por esta dura radiação electromagnética são forçados a reversão de polaridade 1-100 bilhões de vezes ao segundo. Não existe átomos, moléculas ou células de qualquer sistema orgânico capaz de resistir a uma tão violenta e destrutiva força por qualquer período de tempo, nem mesmo com uma baixa intensidade de energia de milliwatts.
De todas as substancias naturais - que são polares - o oxigênio das moléculas da água reagem mais sensivelmente. É assim que o calor do cozimento com microondas é gerado - a violência desta fricção nas moléculas da água. A estrutura das moléculas são divididas, as moléculas são deformadas pelo uso da força, chamada isomerismo estrutural, e assim torna nociva a sua qualidade. Isto é o contrário para o aquecimento convencional dos alimentos onde o calor é transferido convencionalmente de fora para dentro. O cozimento por microondas começa dentro das células e moléculas onde a água é presente e onde a energia é transformada em calor friccional.
Além dos efeitos violentos do calor friccional, chamado efeitos térmicos, existem também os efeitos atérmicos que quase nunca são levados em consideração. Estes efeitos atérmicos não são atualmente mensuráveis, mas eles podem também deformar a estrutura das moléculas e haver qualitativas conseqüências. Por exemplo o enfraquecimento das membranas celulares pelas microondas e usado no campo da tecnologia de alteração dos gens. Por causa da força envolvida, as células são realmente quebradas, por meio da neutralização do potencial elétrico, verdadeira vida das células, entre os lados interno e externo das membranas celulares. As células enfraquecidas se transformam em presas fáceis para os vírus, fungos e tantos outros microorganismos. Os naturais mecanismos de reparo são suprimidos e as células são forçadas a adaptar a um estado de emergência de energia - elas trocam de aeróbica para uma respiração anaeróbica. Em vez de água e dióxido de carbono, as células envenenadas produzem peróxido de hidrogênio e monóxido de carbono“
As mesmas deformações violentas que ocorrem em nossos corpos, quando somos expostos diretamente aos radares ou microondas, também ocorre nas moléculas dos alimentos cozidos em fornos a microondas. Esta radiação provoca a destruição e a deformação das moléculas dos alimentos. Usando microondas também se criam novos compostos chamados “compostos radiolíticos“, os quais são desconhecidas fusões não encontradas na natureza. Compostos radioliticos são criados pela decomposição molecular - decadência - como um resultado direto da radiação.
Os fabricantes de fornos microondas insistem que nos alimentos expostos às microondas e irradiados não tem nenhum aumento significativo dos compostos radiolíticos de que nos grelhados, assados ou noutros alimentos cozidos com as formas convencionais. A evidência clinico cientifica apresentada aqui mostra que isto é simplesmente uma mentira. Nos EUA, nem as universidades nem o governo federal conduziram qualquer teste referente aos efeitos em nossos corpos provocados pela ingestão de alimentos feitos com o uso das microondas. Não é um “bocado estranho“? Eles estão mais empenhados em estudar o que acontece se a porta num forno a microondas não fecha perfeitamente. Uma vez mais, o bom senso nos diz que suas atenções deveriam ser voltadas para o que acontece dentro dos alimentos cozidos em microondas. Desde que as pessoas ingerem este alimento alterado, eles não deveriam ser interessados em como estas moléculas decadentes podem afetar a nossa própria estrutura biológica celular humana?
 A ação das indústrias
Tão logo quanto os Drs. Hertel e Blanc publicaram seus resultados, as autoridades reagiram. Uma poderosa organização comercial, a Associação Suiça dos Distribuidores de Electrodomésticos para Residências e Indústrias, também conhecido como FEA, atacaram rapidamente em 1992. Eles forçaram o presidente da corte de Seftigen, região de Berna, a emitir uma ordem “de amordaçar“, contra os Drs. Hertel e Blanc. Em março de 1993, o Dr. Hertel foi condenado por “interferir com o comércio“ e proibido de publicar suas pesquisas. Entretanto o Dr. Hertel manteve sua opinião e combateu esta decisão por muitos anos.
Não há muito tempo, esta decisão foi invertida num julgamento entregue em Strasburgo, em 25/08/1998. A corte Européia dos Direitos Humanos considerou que havia uma violação dos direitos de Hertel, na decisão de 1993. A corte Européia dos Direitos Humanos também determinou que a “ordem de amordaçar“ emitida pela Corte Suiça em 1992 contra o Dr. Hertel, proibindo-o de declarar que os fornos a microondas são perigosos para a saúde humana, era contrária aos direitos de liberdade de expressão. Além disso, a Suiça foi obrigada a pagar uma indenização ao Dr. Hertel.

 Quem inventou os fornos a microondas?
Os nazistas, para usar nas suas operações de apoio móvel, originariamente desenvolveram fornos “radioemissores“ para cozimento a microondas, usados para a invasão da Rússia. Por ser capaz de utilizar um equipamento eletrônico para a preparação de refeições em larga escala, o problema logístico de combustível para cozinhar teria sido eliminado, assim como a conveniência de preparar produtos comestíveis em pouquíssimo tempo.
Após a guerra, os aliados descobriram uma pesquisa médica feita pelos alemães sobre os fornos a microondas. Estes documentos, juntos com alguns trabalhos em fornos a microondas, foram transferidos ao Departamento de Guerra Americano e classificados para referência e “suplementar investigação científica“. Os russos também tinham recuperado alguns fornos a microondas e então haviam uma pesquisa completa sobre seus efeitos biológicos. Como resultado, seu uso foi proibido na União Soviética. Os soviéticos emitiram um alerta internacional sobre os riscos para a saúde, tanto biológico como ambiental, dos fornos a microondas e similares freqüências de outros engenhos eletrônicos.
Outros cientistas da Europa Oriental também relataram os perigosos efeitos da radiação microondica e fixaram um preciso limite ambiental para seu uso. Os E.U.A. não aceitaram o relatório europeu sobre os efeitos perigosos, apesar disso o EPA estima que as freqüências de radio e as fontes de radiação microondica nos E.U.A. aumentaram de 15% ao ano.
 Carcinógenos nos alimentos feitos com microondas
No livro do Dr. Lita Lee, Efeitos na Saúde das Radiações de Microondas - Os Fornos a Microondas, e nas edições de março e setembro/1991 da revista “Earthletter“, ela declara que todo forno a microondas perde radiação electromagnética, que é nocivo para os alimentos e transforma as substancias nele preparadas em perigosos organismos tóxicos e produtos carcinogênicos. Pesquisas suplementares resumidas neste artigo revela que os fornos a microondas são muito mais perigosos de quanto era previamente imaginado.
A seguir temos um sumário das investigações Russas publicadas pela Atlantis Raising Educational Center em Portland, Oregon. Carcinógenos foram formados em praticamente todos os alimentos testados. Nenhum alimento testado foi exposto às microondas por um tempo maior do que o necessário para realizar o propósito, isso é, cozinhar, descongelar ou aquecer os alimentos para assegurar uma ingestão sanitária. Aqui está um resumo de alguns dos resultados:

O tratamento com microondas de preparados à base de carne apenas o suficiente para a normal ingestão, causou a formação de D-nitrosodienthanolaminas, bem conhecidas como carcinógeno (Cancerógeno).

O leite e os cereais aquecidos com microondas converteram alguns de seus aminoácidos em carcinógenos.

Descongelando frutas congeladas estas converteram o seu conteúdo de glucose e galactose em substancias carcinógenas.

Uma exposição extremamente curta de verduras cruas, cozidas ou congeladas converteu o alcaloide presente nas verduras em carcinógenos.
Radicais livres carcinogênicos foram formados em plantas expostas às microondas, especialmente raizes vegetais.


 Diminuição do valor nutricional
Pesquisadores Russos também relataram uma acentuada aceleração da degradação estrutural levando a uma diminuição do valor nutritivo do alimento de 60 a 90% em todos os alimentos testados. Entre as mudanças observadas estavam:
Diminuição da bio-disponibilidade das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e fatores liotrópicos em todos os alimentos testados.
Várias espécies de danos para muitas substâncias das plantas, tais como alcalóides, glucoses, galactoses e nitrilosides.
A degradação das nucleo-proteínas nas carnes. A descoberta da doença das microondas

Os russos pesquisaram em milhares de trabalhadores que foram expostos às microondas durante o desenvolvimento do radar em 1950. Suas pesquisas mostraram seríssimos problemas para a saúde que os russos fixaram um estreito limite de 10 microwatts de exposição para os trabalhadores e 1 microwatt para os cidadãos.
No livro de Robert O. Becker, “O Corpo Elétrico“, ele descreveu a pesquisa Russa sobre os efeitos para a saúde da radiação microondica, às quais ele chamou “doença das microondas“. Na pagina 314, Becker declara:
“Os primeiros sintomas (da doença provocada pelas microondas) são baixa pressão arterial e baixa pulsação cardíaca. Posteriormente, as manifestações mais comuns são: excitação crônica do sistema nervoso simpático (síndrome de stress) e alta pressão sanguínea. Nesta fase também se incluem freqüentemente: dores de cabeça, tonturas, dor nos olhos, insônia, irritabilidade, ansiedade, dores no estomago, tensão nervosa, dificuldade de concentração, perda de cabelos, além do aumento de incidência de apendicites, catarata, problemas nos órgãos reprodutivos e câncer. Os sintomas crônicos são eventualmente sucedidos pelas crises de exaustão das glândulas supra-renais e doença isquêmica do coração (o bloqueio das artérias coronárias e ataques cardíacos)“.
Segundo o Dr. Lee, mudanças são verificadas nos componentes químicos do sangue e no índice de certas doenças entre consumidores de alimentos tratados com microondas. Os sintomas acima podem ser facilmente causados pelas observações mostradas abaixo. O seguinte é uma amostra destas mudanças:

Desordens linfáticas foram observadas, indicando a diminuição da capacidade de prevenir certos tipos de câncer.

Aumento do índice de formação de células cancerógenas foi observado no sangue.

Aumento do índice de câncer no estomago e intestinos foi observado
Elevados índices de desordens digestivas e um gradual colapso dos sistemas de eliminação foram observados.

 Conclusões sobre a pesquisa das microondas

A seguir estão as mais significantes pesquisas Alemãs e Russas sobre a capacidade de acção referente aos efeitos biológicos das microondas:
A pesquisa inicial conduzida pelos alemães durante a campanha militar de Barbarossa, para a Humbolt-Universitat em Berlim (1942-43); e
De 1957 até hoje (até o fim da guerra fria) as operações de pesquisas Russas foram conduzidas por:
Instituto de rádio tecnologia em Kinsk, região autônoma da Bielorussia; e no Instituto de rádio tecnologia em Rajasthan na região autônoma de Rossiskaja, ambos na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.
Em muitos casos, os alimentos usados para a análise da pesquisa foram expostos à propagação de microondas num potencial energético de 100 kilowatts/cm3/seg., o ponto considerado aceitável para uma normal, sanitária ingestão. Os efeitos verificados pelos pesquisadores Russos e Alemães são apresentados em três categorias:
Categoria I - Efeitos que causam o Câncer
Categoria II - Destruição Nutritiva dos Alimentos
Categoria III- Efeitos Biológicos da Exposição

Categoria I
Efeitos que causam o câncer
(Os primeiros dois pontos da categoria I são ilegíveis nas cópias dos nossos relatórios. O restante do relatório é integro.)
3 - Criação de um efeito ligado com a radioatividade na atmosfera, assim da causar um significante aumento no total de saturação das partículas Alfa e Beta dos alimentos.
4 -Criação de agentes causadores do câncer nos componentes das proteínas hidrolisadas, no leite e grãos de cereais (estas são proteínas naturais que são divididas em fragmentos artificiais pela adição de água);
5 - Alteração das elementares substancias alimentares provocando desordens no sistema digestivo pelo instável catabolismo dos alimentos expostos às microondas (o colapso do processo metabólico);
6 - Devido as alterações químicas dentro das substancias dos alimentos, disfunções foram observadas dentro do sistema linfático (vasos absorventes) causando a degeneração do potencial de imunização do corpo para proteger contra certas formas de neoplasias (crescimento anormal dos tecidos);
7 - A ingestão de alimentos preparados em fornos a microondas causou uma alta no percentual de células cancerígenas dentro do soro do sangue (citomas - células tumorais tais como sarcoma);
8 - Emissões de microondas causaram alterações no comportamento metabólico (colapso metabólico) dos elementos da glucoside (dextrose hidrolizada) e galactoside (álcool oxidado) nas frutas congeladas quando foram descongeladas desta maneira.
9 - A emissão de microondas causou alterações do comportamento catabólico (colapso do metabolismo) dos alcalóides das plantas (elementos base do nitrogênio orgânico) quando verduras, cozidas ou cruas foram expostas a estas, mesmo que por uma duração extremamente curta.
10 - Radicais livres causadores do câncer (moléculas incompletas altamente reativas) foram formadas dentro de alguns resíduos minerais de formações moleculares, e em particular, raízes vegetais cruas; e,
11 - Estatisticamente num elevado percentual de pessoas, os alimentos feitos com o uso de microondas causaram o desenvolvimento de câncer no estomago e nos intestinos, bem como uma degeneração generalizada dos tecidos celulares periféricos, com um gradual colapso dos sistemas digestivo e excretor.
Categoria II
Diminuição do valor nutritivo dos alimentos
A exposição às microondas provocou significantes diminuições no valor nutritivo de todos os alimentos pesquisados. À seguir estão as mais importantes descobertas:
1 - Uma diminuição na bio-disponibilidade (capacidade do corpo para utilizar os nutrimentos) das vitaminas do complexo B, vitamina C, vitamina E, minerais essenciais e liotrópicos em todos os alimentos;
2 - Uma perda de 60 a 90 % do conteúdo do campo de energia vital em todos os alimentos testados;
3 - Uma redução no comportamento metabólico e na capacidade do processo de integração dos alcalóides (elementos básicos do nitrogênio organico), glucoses, galactoses e nitrilosidos;
4 - Uma destruição do valor nutritivo das núcleo-proteínas das carnes;
5 - Uma acentuada aceleração da desintegração estrutural em todos os alimentos.
Categoria III
Efeitos biológicos da exposição
A exposição às emissões de microondas também teve um efeito negativo imprevisível no total bem-estar biológico humano. Isto não foi descoberto até que os Russos experimentaram com equipamentos altamente sofisticados e descobriram que um ser humano não precisa ingerir as substancias preparadas com microondas: aquela regular exposição aos campos energéticos era suficiente para causar efeitos tão adversos que o uso de qualquer aparelho de microondas foi proibido em 1976, por lei, na União Soviética.
Os seguintes efeitos são enumerados:
1 - Colapso do “campo de energia vital“ humana naqueles que foram expostos às radiações dos fornos a microondas enquanto funcionavam, com efeitos colaterais ao campo de energia humano aumentados pela longa duração.
2 - Uma degeneração dos paralelos da voltagem celular durante o processo de uso do aparelho, especialmente no sangue e áreas linfáticas;
3 - Uma degeneração e a desestabilização dos potenciais externos de energia ativada da utilização dos alimentos dentro dos processos do metabolismo humano;
4 - Uma degeneração e a desestabilização do potencial da membrana celular enquanto o processo de transferimento catabólico (colapso metabólico) no soro do sangue do processo digestivo.
5 - Degeneração e colapso dos impulsos elétricos nervosos dentro dos potenciais de junção do cérebro (a porção frontal do cérebro onde reside o pensamento e funções essenciais);
6 - Degeneração e colapso do circuito elétrico nervoso e perda dos campos de energia simétrica nos neuroplexuses (centros do nervo) ambos na frente e fundos do sistema nervoso autônomo;
7 - Perda de equilíbrio e rotação da força bioelétrica dentro do sistema ativado de ascendência reticular. (o sistema que controla a função da consciência);
8 - uma perda cumulativa a longo prazo de energia vital nos setes humanos, animais e plantas foram verificados num raio de 500 metros do equipamento operacional;
9 - Efeitos residuais de longa duração dos “depósitos“ magnéticos foram localizados por todo o sistema nervoso e sistema linfático.
10 - Uma desestabilização e interrupção na produção dos hormônios e na manutenção do equilíbrio hormonal em machos e fêmeas;
11- Níveis notavelmente altos de distúrbios nas ondas cerebrais alpha, theta e padrões do sinal de onda delta de pessoas expostas aos campos de emissão de microondas, e;
12 - Por causa destes distúrbios das ondas cerebrais, os efeitos psicológicos negatívos foram verificados incluindo a perda da memória, perda da capacidade de concentração e abaixamento do limiar emocional, desaceleração do processo intelectivo, e episódios de interrupção do sono num percentual estatisticamente elevado em indivíduos sujeitos à exposição contínua aos efeitos dos campos de emissão dos aparelhos de microondas, tanto em aparelhos para cozinhar que em estações de transmissões.

 Conclusões das pesquisas legais
Das vinte e oito indicações enumeradas precedentemente, o uso dos aparelhos a microondas é definitivamente desaconselhável; e, com a decisão das autoridades soviéticas em 1976, a presente opinião científica em muitos países referente ao uso de tais aparelhos é claramente em evidência. Devido ao problema do residual magnético e união dentro do sistema biológico do corpo (categoria III : 9), que pode por fim afetar o sistema neurológico, principalmente o cérebro e neuroplexuses (centro do nervo), a longo prazo pode resultar a despolarização dos circuitos neuroelétricos.
Por que, estes efeitos podem causar danos praticamente irreversíveis para a integridade neuroelétrica de vários componentes do sistema nervoso (I.R. Luria, Novosibirsk 1975a), a ingestão dos alimentos preparados em fornos a microondas é claramente contra-indicada em todos os aspectos. Seus magnéticos efeitos residuais podem transformar os componentes do receptor psiconeural do cérebro mais suscetível a influencia psicológica pelas freqüências de radio artificiais induzidas nas microondas dos campos das estações de transmissão e de coligamentos das redes de televisão.
A teórica possibilidade da influência psico-telemétrica (a capacidade de afetar o comportamento humano pelas transmissões de sinais de rádio e freqüências controladas) foi sugerido pelas investigações neuropsicológicas soviéticas em Uralyera e Novosibirsk (Luria e Perov, 1974a, 1975c, 1976a) a qual pode causar a conformação involuntária do campo de energia psicológico subliminal de acordo com o aparelho operativo de microondas.
Das conclusões dos estudos clínicos científicos dos Suíços, Russos e Alemães, nós não podemos mais ignorar o forno a microondas sentado nas nossas cozinhas. Baseado nesta pesquisa, podemos concluir este artigo com o seguinte:
1 - continuar comendo alimentos processados em fornos a microondas causa a longo prazo permanentes danos cerebrais pelo curto-circuito dos impulsos elétricos no cérebro (despolarização ou desmagnetização do tecido cerebral).
2 - o corpo humano não pode metabolizar (decompor) os produtos desconhecidos criados nos alimentos feitos com as microondas.
3 - a produção dos hormônios masculinos e femininos diminui e/ou altera pela contínua ingestão de alimentos cozidos com microondas.
4 - os efeitos dos alimentos tratados com microondas é residual (a longo prazo ou permanente) dentro do corpo humano.
5 - os minerais, vitaminas e nutrientes de todo alimento feito com microondas são reduzidos ou alterados de modo que no corpo humano fica pouco ou nenhum benefício, ou o corpo humano absorve componentes alterados que não pode decompor.
6 - os minerais presentes nas verduras são alterados em cancerosos radicais livres quando cozidos em fornos a microondas.
7 - alimentos feitos com microondas causam o desenvolvimento de formas cancerosas no estomago e intestinos (tumores). Isto pode explicar o rápido aumento da taxa de câncer do colón, nos E.U.A.
8 - a ingestão prolongada de alimentos tratados com microondas causa o aumento das células cancerígenas no sangue humano.
9 - a contínua ingestão de alimentos tratados com microondas causa uma deficiência do sistema imunitário através das glândulas linfáticas e alterações do soro sangüíneo.
10 - comer alimentos preparados com uso de microondas, causa a perda da memória, perda da concentração, instabilidade emocional e uma diminuição a inteligência.O uso de transmissões artificiais de microondas para um controle psicológico subliminal. Também conhecido como “lavagem cerebral“, foi também provado. Estamos tentando obter cópias dos documentos das pesquisas Russas de 1970 e os resultados escritos pelos Drs. Luria e Perov especificando seus experimentos clínicos nesta área.
 Fonte:
 Publicado em USA no endereço:
 Publicado no Brasil, com tradução de Beatriz Medina: clique aqui >>

 Confira também a publicação em PDF, em inglês, sob o título "Radiation Ovens: The Proven Dangers of Microwaves", original no link http://www.ecclesia.org/forum/topic.asp?TOPIC_ID=66